ADVENTO

Certamente, de todas as festas cristãs, o Natal é uma das mais bonitas, pois é carregada de cores, de luz e de símbolos muito ricos em significados. Nessa época ao mesmo tempo em que a cidade soma-se, com seu comércio febril, aos festejos do Natal, esvazia sua riqueza simbólica. Os símbolos não querem dizer diretamente, mas querem apontar para algo que vai além do nosso horizonte de compreensão. Não fechemos, então, as portas para compreender esse ALGO MAIS que Deus diz através dos símbolos do Natal.

NATAL SIMBOLOS E TRADIÇÕES

ADVENTO



Advento um tempo de prontidão 


O que significa advento?

 

Advento é uma palavra que vem do latim ad-venio, que significa chegar. Por isso, enquanto se espera a chegada de alguém se toma a atitude de atenção, se fica de prontidão.

Durante as quatro semanas do Advento preparamo-nos para o Natal. No Advento ouvimos as vozes sempre atuais dos profetas bíblicos, anunciando a vinda do Messias.

Mas a quem ou o que estamos aguardando?
Se pensarmos no acontecimento que segue ao tempo de advento, seguramente podemos dizer que estamos aguardando o nascimento do “Menino Jesus”, o Natal do Senhor. Trata-se de um fato realmente relevante, que merece toda a nossa prontidão, atenção e espera.
O Natal, como tempo litúrgico, coincide com a parte do ano onde parece renascer a esperança entre as pessoas. Um tempo no qual se relembra a fraternidade, a solidariedade, quando se troca presentes como sinal de amizade. É um tempo que provoca o encontro de pessoas, de famílias. Tudo isso é muito bom.
Mas o tempo que chega também passa, e com ele muitas vezes passam os encontros, se enfraquecem as esperanças. Então, por que os cristãos celebram anualmente esse tempo de espera?
Porque os cristãos sabem que o acontecimento que celebram não é pura recordação de um nascimento, mesmo que seja o nascimento do Salvador. Os cristãos, ao se prepararem para celebrar o Natal do Senhor, fazem memória do que significa esse nascimento. Em primeiro lugar, trata-se de um acontecimento que responde à expectativa da promessa feita ao povo eleito: “Eis que a virgem conceberá e dará a luz um filho” (Is 7,14). Em segundo lugar, os cristãos celebram um acontecimento que não se repetirá mais. O Senhor, que já assumiu a natureza humana nascendo como criança, não voltará mais como homem, mas é esperado uma segunda vez em sua glória.
Esta é a verdadeira espera da Igreja. Ela deve estar sempre à espera para que, quando o seu Senhor retornar, a encontre vigilante e pronta para celebrar com Ele o Banquete definitivo. Embora a celebração do Advento seja um tempo litúrgico, a atitude “da espera” faz parte da espiritualidade cristã. O cristão está sempre aguardando a chegado do seu Senhor.
Por isso, cabe aos cristãos não fazerem do tempo de Advento e Natal apenas momentos passageiros, que se perdem tão rápido como as belas luzes e os fogos de artifício. Cabe aos cristãos dar garantias de suas esperanças no cotidiano da vida, mostrando que enquanto esperam a chegada do seu Senhor se esforçam por viver os ensinamentos deixados por Ele.

Periodo:

O tempo do Advento tem uma duração de quatro semanas. Este ano, começa no domingo 30 de novembro, e se prolonga até a tarde do dia 24 de dezembro, em que começa propriamente o Tempo de Natal. Podemos distinguir dois períodos. No primeiro deles, que se estende desde o primeiro domingo do Advento até o dia 16 de dezembro, aparece com maior relevo o aspecto escatológico e nos é orientado à espera da vinda gloriosa de Cristo. As leituras da Missa convidam a viver a esperança na vinda do Senhor em todos os seus aspectos: sua vinda ao fim dos tempos, sua vinda agora, cada dia, e sua vinda há dois mil anos.

 

No segundo período, que abarca desde 17 até 24 de dezembro, inclusive, se orienta mais diretamente à preparação do Natal. Somos convidados a viver com mais alegria, porque estamos próximos do cumprimento do que Deus prometera. Os evangelhos destes dias nos preparam diretamente para o nascimento de Jesus. Com a intenção de fazer sensível esta dupla preparação de espera, a liturgia suprime durante o Advento uma série de elementos festivos. Desta forma, na Missa já não rezamos o Glória. Se reduz a música com instrumentos, os enfeites festivos, as vestes são de cor roxa, o decorado da Igreja é mais sóbrio, etc. Todas estas coisas são uma maneira de expressar tangivelmente que, enquanto dura nosso peregrinar, nos falta alo para que nosso gozo seja completo. E quem espera, é porque lhe falta algo. Quando o Senhor se fizer presente no meio do seu povo, haverá chegado a Igreja à sua festa completa, significada pela Solenidade do Natal.


"Ao chegar a plenitude dos tempos, fixada pelos insondáveis desígnios divinos, o Filho de Deus assumiu a natureza do homem para reconciliá-lo com o seu Criador, de modo que o demônio, autor da morte, fosse vencido pela mesma natureza que ele antes vencera."

 

"O Natal começou no coração de Deus. Só está completo quando alcançar o coração do homem."

 



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